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Sempre no Infinitivo!































































quarta-feira, 31 de março de 2010

O canto das gaivotas.


Voam pensamentos antigos
Que acompanham o novo envolvimento

Aquele que um dia fora incerto
Onde as lágrimas faziam continência
E aprisionavam-se no peito amargurado

Fases esquecidas, já empoeiradas, arquivadas
Totalmente mortas, ressuscitam para concretizar
Mais uma artimanha do destino

O peito fizera eco de contestação com essa declaração
Aprovando um voo no alto dos acontecimentos
E os comparando com o que foi visto tempos atrás

...
Tempos sem você...
Num acaso que nos envolve o ser
Viajamos num êxtase mental e corporal
Esquecidos do mundo da realidade

E os sons transmitidos tornam-se cantos,
Encantos, cantos, cantos; o canto das gaivotas.

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